Projeto: Filtro do Amor

Oi galera, depois de um longo hiato voltei ao blog. Antes de começar o texto em si, alguns esclarecimentos: o Projeto Vida voltará assim que voltar de férias; pretendo voltar com a frequência de posts sim; e aproveitem e abra a mente (e o coração) com esse novo projeto.

Eu acho que tenho uma queda por projetos, para mim eles são símbolo de renovação, novidade, começo de algo que pode vir (e espero que venha) mudar a vida de alguém. É nesse clima de compaixão e de humanidade -ou no que deveria significar essa palavra- que venho anunciar a chegada do PROJETO FILTRO DO AMOR, que veio de mansinho para entrar na sua vida, filtrar o preconceito e deixar só amor!

Mas Jú, sobre o que exatamente esse projeto vai tratar? O Filtro do Amor vai trazer preconceitos e tabus que ainda permanecem como maioria da opinião popular. Vou me permitir ser verborrágica e dizer que o projeto vai: desmistificar, desconstruir, construir, criticar, esclarecer e iluminar. E se eu conseguir ser bem sucedida nele, apaixonar você leitor pelas causas sociais, assim como eu sou.

O tema de hoje é algo que não aparece na mídia há um bom tempo e muitos (eu inclusa) devem ter esquecido dessa questão. O preconceito com pessoas soropositivas. O que trouxe a tona a temática em si foi uma campanha publicitária “Cartaz HIV Positivo” super legal que abordou a inclusão social do portador do vírus e de como o HIV ainda é um assunto muito mistificado e cheio de tabus, tudo por  conta da falta de informação sobre o assunto. E o que é o preconceito se não a falta de informação? Afinal é só analisar a palavra em si para entender. Pré-Conceito: um conceito formado antes de se conhecer algo realmente.

Então aqui vão algumas informações importantes:

1- HIV significa vírus da imunodeficiência humana, causa a Aids e destrói o sistema imunológico. Ou seja, doenças respiratórias, câncer e outras doenças oportunistas conseguem atingir o indivíduo sem que haja nenhuma defesa. Logo,  ninguém morre de Aids, mas sim das doenças oportunistas.

2- As formas de contágio são: fazer sexo sem camisinha (oral, vaginal, anal); compartilhando agulhas e seringas contaminadas (via sangue); de mãe para o bebê durante a gravidez na hora do parto e/ou amamentação (lembrando que se a mãe fizer o pré-natal e seguir as orientações do médico, o risco de contaminação do bebê cai para menos de 1%). Então, galera, quem tem HIV namora, beija na boca, transa (com camisinha) assim como todos os mortais.

3- Caso você desconfie que possa estar com o vírus espere 30 dias e vá a um posto de saúde. O teste é gratuito e pode ser feito anonimamente.

Se você clicar aqui vai poder ler mais sobre o vírus, os sintomas, o tratamento e os direitos dos soropositivos.

A Campanha produzida pelo Grupo de Incentivo à Vida (GIV) em parceria com a Agência Ogilvy e Mather, tem a seguinte proposta abordar o estigma e discriminação sobre as pessoas vivendo com HIV e ressaltar que apesar da epidemia estar entre nós há vários anos, nos quais ocorreram muitos avanços em matéria de tratamento e prevenção, o estigma ainda persiste. Portanto, além de quebrar tabus, a iniciativa mostra o lado humano, solidário e compassivo que podemos ter com o outro nas situações mais difíceis.

Filtre o preconceito, absorva o amor.

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Projeto Vida #1

Criei esse projeto para mostrar a diversidade e heterogeneidade dentro da blogosfera. Quando fiz a pesquisa em um grupo de blogueiras e youtubers fiquei abismada não só pelo número de respostas (mais de 200), como pela variedade. Desde blogueiras jornalistas até mesmo meteorologistas. Pode isso, produção? Pode sim!

Se eu contar que o nome do projeto foi inspirado em algo totalmente aleatório vocês não acreditam. Assim que pensei na palavra “projeto” me veio em mente “projeto verão”, que eu acho que todo mundo aqui sabe o que é, certo? Aquela velha (e ilusória) meta de ficar sarado para o verão. Partindo disso eu criei o Projeto Vida, ao contrário do projeto verão, esse é um projeto que construímos por toda vida, a carreira. A maioria das pessoas não trabalha com o que gosta, muitas vezes até odeiam o que fazem. Meu estilo de vida exige amar o que faz e acredito que o de todos que passarão por esse projeto também. Se encontrar e fazer o que ama é uma mistura de sorte com escolhas certas. Espero que você leitor se inspire, aprenda a amar o que faz ou faça o que ame.

O primeiro Projeto Vida será feito de (tambores) Fotógrafas! Não consigo imaginar um ser vivo que não goste de fotografia, sinceramente. A capacidade de captar momentos e emoções é algo, sem dúvidas, lindo. Uma arte!

Hoje quem estará aqui falando e inspirando são essas três meninas aí!                    

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  Nathalia Generoso                       Christiane Delazeri                          Thamyê Baseggio 

OBS: Para conhecer o blog delas basta clicar nos respectivos nomes.

Vamos à entrevista! Eu fiz uma série de perguntas para elas com dúvidas minhas e outras que acho ser as da maioria. Procurei desvendar mitos, expectativas e dificuldades dentro da profissão.

Perfil das entrevistadas:

Nathalia Generoso : 23 anos, Araçatuba, SP. Jornalista, Fotógrafa e Blogueira.

Christiane: 27 anos, Florianópolis, SC. Estudante de Eng. Civil, Fotógrafa e Blogueira.

Thamyê Baseggio: 23 anos, Videira, SC. Publicitária, Fotógrafa e Blogueira.

Perguntas:

O que te levou a fotografia?

Nathalia – Sempre gostei de registrar momentos especiais, então decidi fazer disso uma das minhas profissões. Desde muito nova, minhas fotos eram muito diferenciadas, explorava ângulos novos e os amigos sempre pediam para fotografá-los.

Christiane – Por amor e arte, para soltar a criatividade, sempre gostei de editar fotos, criar designs, logos, e já que queria um trabalho sem horário fixo, então foi perfeito! E as pessoas comentavam, que eu tirava boas fotos, etc.

Thamyê – Sempre fui apaixonada por fotografia. Fui modelo por 7 anos (dos 11 aos 18) e até hoje faço trabalhos fotográficos para algumas marcas. Fotografia sempre esteve muito presente na minha vida. Depois que desisti da carreira de modelo, eu tinha uma coisa certa em mim: não conseguiria deixar a fotografia de lado. Assim, fui me especializando cada vez mais, comprei minha câmera e fazia ensaios com minhas amigas e primas para treinar ângulos, ideias e iluminação. Antes eu era fotografada, hoje eu fotografo e meu amor pela fotografia dobrou.

Jú –  Quais são seus fotógrafos preferidos?

Nathalia – Adoro o Sebastião Salgado, claro haha, mas também amo a história do Robert Capa. Também gosto muito das fotos “selvagens” da Yelena Yemchuk.

Christiane – Eu não sei muitos nomes, mas alguns nunca esqueço, sou muito fã do Clicio Barroso.

Thamyê – Tem 2 pessoas que eu levo como referências, ambas de Florianópolis. Junior Luz é mais do que fotógrafo, é artista. Especialista em ensaios, faz uma sessão de tirar mais o fôlego do que outra. Tive o prazer de conhecer ele na Semana da Fotografia de Balneário Camboriú em 2014 e minha admiração pelo trabalho dele só cresce. E outra inspiração para mim, é Milena Reinert. Nunca vi alguém fotografar casamentos melhor do que ela. Eu não sei nada sobre meu futuro, mas uma coisa é certa: ela vai fotografar meu casamento (risos). O olhar que ela tem para uma cena tão comum, é de brilhar os olhos.

–  Quais mitos ou tabus giram em torno da sua profissão?

Nathalia – As pessoas, inclusive da minha família, acham que fotografia não é profissão, é que coisa de gente atoa e que nunca ganharemos dinheiro suficiente, pois “qualquer um” pode tirar fotos.

Christiane – Que bons equipamentos fazem uma foto maravilhosa. Não, quem faz a foto é o fotógrafo, claro que não podemos generalizar. Mas eu tenho um equipamento kit com lente kit, t3, super simples, e mesmo assim consigo resultados que pessoas com equipamentos melhores não conseguem. Então, a fotografia depende do fotógrafo e não do equipamento!

Thamyê – Uma das coisas que mais me incomoda, principalmente porque estou no começo da profissão, é que muitas pessoas acham que ser fotógrafo não é profissão, é hobby. Pela fotografia, na maior das vezes ser apenas lazer, acreditam que ser fotógrafo também não é ter um emprego de verdade.

–  O que você mais gosta de fotografar? Por que?

Nathalia – Pessoas. Acho interessante registrar a essência de cada um, pois ninguém é igual a ninguém e adoro quando essas características (mais da personalidade do que do físico) aparecem na fotografia. A essência humana, é uma coisa linda que precisa ser mostrada.

Christiane – Gosto de fotografar pessoas, não gosto muito de fotografar paisagens. Gosto de captar a emoção, o melhor ângulo da pessoa, suas ânsias, suas motivações, seus jeitos, sua beleza interior e exterior.

Thamyê – Eventos no geral e gente, muita gente! Muitos sorrisos, muitas emoções! Nunca tive interesse em fotografar paisagens, produtos, animais ou esportes. Sempre gostei de “gente como a gente”, de emoção, de sorrisos, lágrimas e surpresas.

–  Quais são suas expectativas quanto ao futuro? Pretende continuar fotografando?

Nathalia – Pretendo sim, quero trocar de equipamento e pretendo viajar o mundo, registrar tudo e compartilhar no meu blog.

Christiane – Sou iniciante na fotografia, e realmente não está fácil, mas é um trabalho secundário para mim, que faço por amor, e não por dinheiro. E quando fazemos por amor as coisas tendem a dar certo, sem muito esforço, demora, mas uma hora talvez…

Thamyê – Com certeza pretendo continuar trabalhando com fotografia. O maior prazer que eu tenho é sentar e olhar as fotos de uma sessão ou de um evento e ver que consegui registrar todas as emoções daquele dia. Espero abrir meu próprio estúdio também.

– O que mais te perguntam quando fala que é fotógrafa?

Nathalia – Que tipos de fotos eu faço e se dá dinheiro ahaha.

Christiane – Geralmente se eu posso fotografar a pessoa em questão, familiares, etc.

Thamyê – Acredito que nenhum fotógrafo goste da pergunta “Que foto linda! Que câmera você usa?” Não por falar o modelo, a marca… Mas é decepcionante a pessoa acreditar que você só conseguiu registrar um momento lindo, porque tem uma câmera profissional. Sempre digo que eu trabalho com o coração, os olhos, a alma e um dedo. O resto, a gente dá um jeito…

– Trocaria a fotografia por outra profissão?

Nathalia – Provavelmente não. Até porque você pode ser qualquer coisa e ainda continuar com a fotografia, né? Adoro trabalhos fora do padrão que não exigem o cumprimento de horário comercial.

Christiane – Sim, engenheira civil! Falta me formar!! 😀

Thamyê – A única coisa que eu amo mais do que fotografar, é ser fotografada! Então, se eu tivesse oportunidade, eu trocaria a profissão de fotógrafa, pela de blogueira. Sou apaixonada pelo meu blog e não meço esforços para que ele cresça cada vez mais. E pensando bem… eu nem estaria tão longe da fotografia né? Só estaria na frente das câmeras, ao invés de estar atrás!

– O que te motivou a entrar na blogosfera?

Nathalia – Desde que me entendo por gente eu tenho páginas na internet: Fotolog, Flogão, MySpace e vários blogs no blogger, esse atual é o mais profissional e que o que eu mais me dediquei e dedico até hoje. Sempre soube que seria jornalista e os blogs tinham tudo a ver comigo.

Christiane – Eu gosto de fazer sites, e tive um blog a uns 10 anos, e resolvi voltar com o blog e canal a alguns meses, acho legal, principalmente gravar vídeos, mas toma tempo. Sempre atualizo o blog, mas em intervalos grandes.

Thamyê – Eu sempre via blogs de moda com aqueles posts prontos e todos iguais, por exemplo: looks do red carped. Look do grammy. Uma coisa sempre pronta. Copia e cola. E eu nunca gostei disso. Me recusava a gastar meu ponto mostrando algo que todo mundo fazia igual… Até que uma vez conheci um blog de uma garota que postava seus próprios looks do dia. Com as roupas dela mesmo, e fiquei encantada. Ela me inspirou muito a criar o meu Mundo de Guria, pois percebi que nem todo mundo tem interesse em ver os looks do Grammy, mas talvez tenham interesse em saber como usar uma yellow boot por exemplo!

– No seu blog você fala sobre sua profissão ou dá dicas de fotografia?

Nathalia – Eu falo mais sobre moda, beleza, saúde, dicas de mulher, cultura, etc… Não dou muitas dicas de fotografia, até porque não me sinto muito segura para isso, e não sei se é do interesse do meu público, sabe? De qualquer maneira, vale fazer um teste né?

Christiane – No meu blog eu falo sobre o mundo feminino, dicas de alimentação, beleza, os produtos que amo, produtos que testei, experiências do mundo feminino. E as vezes algo sobre a minha vida e dia a dia.

Thamyê – Falo, mas bem pouco! Um dos projetos que tenho para meu blog, é falar mais sobre fotografia e dar mais dicas sobre isso. Fiz alguns posts sobre isso, mas algo bem superficial. Quem sabe logo eu crie algo mais específico.

– Qual sua opinião sobre o exagero em relação a quantidade e ao conteúdo das fotos postadas nas redes sociais?

Nathalia – Eu acho que só fotos boas deviam ser permitidas, por que a gente é obrigada a ver cada coisa hahaha. Brincadeiras à parte, eu acho que as redes são um ótimo meio de divulgação e, hoje em dia, as pessoas podem ser o que quiser na internet, né? Cabe a cada um filtrar o conteúdo de seu interesse e ser feliz.

Christiane – Acho que as redes sociais estão ai para isso, postar fotos, então não vejo problema. Exceto no instagram que se alguém postar demais e for algo que não me interesse muito, deixarei de seguir.

Thamyê – Não tenho muita “moral” para falar sobre isso, levando em conta que eu posto de 1 a 3 fotos por dia em redes sociais. Sou da opinião de “quem não é visto, não é lembrado”. E além de tudo, eu produzo muito conteúdo como blogueira. Se não tem post novo no blog no dia, com certeza tem vídeo novo no canal. Gosto de novidade. De mostrar coisas novas e claro: de ser vista e lembrada.

– Quanto, em média, é o salário de um fotógrafo?

Nathalia – Isso varia de região para região. Já vi fotógrafos cobrarem R$ 15 mil para fazer uma campanha na capital, mas já vi gente cobrando menos de mil reais para fazer um mega evento no interior.

Christiane – Olha, acho que é uma das profissões que mais podemos ter salários com uma amplitude de diferença muito grande.  Mas a média gira em torno de R$ 2,5 para quem trabalha em tempo integral com a profissão.

Thamyê – Isso é tão relativo quanto o salário de uma blogueira. Não tem como eu falar: fotógrafo ganha tanto! Depende de muitas coisas, como por exemplo: a região que você mora, a experiência que você tem, os cursos que fez, o equipamento que investiu para traalhar, a edição das fotos que você sabe fazer, a forma com que o produto é entregue ao cliente, o tempo que levou fotografando o evento ou a sessão… Num mês você pode ganhar mil, no outro 100 mil.

– Na sua opinião, quais as dificuldades da profissão?

Nathalia – Hoje em dia tem muita gente que assiste umas aulas no youtube a já acha que é profissional. Não to desvalorizando, tem muita gente boa que nasceu com o dom. Mas tem gente oportunista que cobra “barato” e entrega um material de qualidade mediana. E a maioria dos clientes são leigos, então acabam aceitando qualquer coisa.

Christiane – Financeiras, trabalha-se muito para ganhar pouco, no começo, pois não há reconhecimento, e pouca gente te conhece, por isso precisa ser feito com amor, se não, a pessoa logo desiste.

Thamyê – Uma coisa que eu fico muito chateada de ver, é que qualquer pessoa que compra uma câmera semi-profissional, sai por aí fotografando e se acha profissional sem ao menos ter feito uma especialização, um curso básico, estudado o mínimo. Colocam a câmera no automático e se jogam oferecendo book a preço de banana. Isso desvaloriza muito o mercado dos profissionais de valores de verdade!

– Qual recado você deixa para o leitor que se interessa em fotografar?

Nathalia – Vai em frente e se joga se essa for a sua verdadeira paixão, seja por hobby ou profissão. Estude bastante, treine muito, invista em equipamento de qualidade, crie um portfólio com suas melhores fotos e cai no mundo! 😛

Christiane – Que deve-se dedicar com amor, se você ama isso, é um mundo fantástico, um trabalho divertido, sem a rotina dos trabalhos usuais. E é recompensador!

Thamyê – Se você realmente ama isso, está disposto a sacrificar finais de semana, noites de sono e rotina tranquila (levando em conta que 90% dos eventos acontecem em finais de semana e geralmente à noite), estude, se dedique, se especialize e depois sim: se jogue! É uma delícia.

Por fim, eu pedi que elas escolhessem suas três fotos preferidas – tarefa bem difícil para elas. Confiram um pouco do trabalha maravilhoso das três!

Chile - Folha canadenseChile - Cerro Santa Lucía Ruas de Londres

 Fotos de Nathalia Generoso

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                                                     Fotos de Christiane Delazeri

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                                                      Fotos de Thamyê Baseggio

Enfim, o quadro de hoje termina com essas imagens lindas e com uma satisfação enorme por ter conseguido realizar esse trabalho. Espero muito que vocês tenham gostado. Deixem nos comentários o que acharam e o que querem ver no próximo quadro do Projeto Vida.

P.S: Flw, vlw.

Tô querendo #1

Alerta, esse não é um blog de moda. Maaas, como toda (ou a maioria) das mulheres, eu também gosto bastante de roupas, acessórios (apesar de gostar muito mais de coisas de papelaria e decoração). Então, nesse quadro vou falar das lojinhas que descubro. A maioria tem uma pegada mais vintage, indie, enfim, alternativa. Então lá vai!

A primeira descoberta da semana foi a Maria Tangerina. Quer nome mais chuchu que esse? Uma loja super fofa, vende bolsas e acessórios artesanais e tem como lema “comércio justo, local e consciente. Livre de crueldade”. Me ganhou de primeira!

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 Insta: @mariatangerina

A segunda descoberta da semana foi a loja com um nome sensacional de bom, a “A bolsa caiu”. Além de ter um design super lindo, ela vende de tudo mesmo, desde relógios até biquínis. Tem uma pegada mais vintage e alternativa que, particularmente, eu acho muito massa!

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Insta: @abolsacaiu

Cara, essa última eu ACABEI de descobrir. A ÊxitoCo. vende as sandálias personalizadas mais lindas da face da terra! Eu, como boa maratimba e praiêra que sou, vou extorquir minha mãe só para comprar sandália, sinceramente. Tem opção de colocar spikes e tudo num preço super camarada. Do fundo do core, você tem que entrar lá!

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Insta: @exitoco

Bom, por hoje é isso, galera! Logo logo tem um projeto novo aqui no blog que vai ser SENSACIONAL! Aguardem!

P.S: Flw, vlw.

Feminista sim!

Fala galera! Hoje trouxe um tema mais sério para discutir aqui. Feminismo. Vamos começar com o conceito, porque acho que muitos não sabem ou confundem o significado dessa palavra tabu e bem discriminada. Muitos são contra o feminismo sem saber o que é. Muitos até opinam sobre o assunto sendo ignorantes do mesmo (não estou dizendo aqui que sou uma expert, mas tive aulas sobre relações de gênero esse período e me sinto mais confortável para falar sobre isso). Mas vamos ao conceito:

Feminismo é um movimento que clama por igualdade, pelo fim do sistema opressor machista que privilegia os homens e foi criado pelos homens. Veja bem, feminismo não é o oposto de machismo. Machismo é um sistema de dominação, enquanto que o movimento feminista busca apenas a igualdade de gêneros. Entendido?

Pois bem, é visível e triste que ainda há a repressão da sexualidade da mulher, do seu livre arbítrio e discriminação no mercado de trabalho (entre muitas outras questões), claro. Mas, queria mostrar nesse post as mudanças dentro da publicidade em relação às mulheres, nossa representatividade na mídia, nossa voz começando a ecoar nos ouvidos dos muitos telespectadores.

O primeiro vídeo não é publicitário, mas não deixa de ser uma inspiração. Emma Watson, a Hermione Granger, no dia 21 de setembro de 2014 acrescentou a sua lista de conquistas um cargo na ONU como Embaixadora das Mulheres e fez um discurso que, particularmente, me arrepiou.

A ONU também mostrou um fato absurdo através de uma campanha genial. Nela é mostrado o que aparece no campo de busca quando se é digitado frases com a palavra mulher. Chocante, revoltante e triste.

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(mulheres precisam: ser colocadas em seu lugar/ saber seu lugar/ ser controladas/ ser disciplinadas)

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(mulheres deveriam: ficar em casa/ ser escravas / ficar na cozinha / não falar na igreja)

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(mulheres não: sabem dirigir / não podem ser pastoras / não são confiáveis / não podem falar na igreja)

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(mulheres não deveriam: ter direitos/ votar / trabalhar)

Na sequência tem esse vídeo engraçado e que trata da liberdade de expressão da mulher.

Tenho que admitir que essa propaganda da Always, dentre todas as outras, me arrepiou mais.

Foi criada também a cerveja feminista, quem aí soube disso? Pois é, as fundadoras Maria Guimarães, Thais Fabris e Larissa Vaz, criaram o produto objetivando confrontar as propagandas de cerveja que vinculam corpos femininos à bebida, não só rebaixando a mulher como a tratando como objeto. A cerveja feminista busca trazer para mesa do bar a discussão da exposição da mulher na publicidade. Uma baita sacada!

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Por último, quero compartilhar com vocês um projeto fotográfico falando as razões de muitas pessoas para serem feministas. E espero que tenha contribuído para quebrar um pouquinho do tabu que gira em torno dessa palavra.

https://marchadasvadiasdf.wordpress.com/campanha-fotografica-feminista-por-que/

Feminista sim!

P.S: Vlw, flw.